domingo, 21 de fevereiro de 2010

Vamos recomeçar nossas atividades do Gestar II - Ano letivo/ 2010

Recomeçar


Não importa onde você parou …
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo…
Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.
Chorou muito? Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para “chegar” perto de você.
Recomeçar…
hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você que chegar?
Ir alto… sonhe alto…
queira o melhor do melhor…
pensando assim trazemos pra nós aquilo que desejamos…
Se pensarmos pequeno coisas pequenas teremos ….
Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar em nossa vida.
“Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”






Carlos Drummond de Andrade

domingo, 7 de fevereiro de 2010


Por que arte?



Você talvez nem se lembre, mas com certeza, desde bem pequeno se expressa através da arte, desenhando, cantando, dançando ou representando.
A arte faz parte da vida de todos nós. Se hoje podemos saber melhor como viviam os homens da pré-história, é porque eles nos deixaram seus desenhos e objetos, que não deixam de ser manifestações artísticas.
Hoje em dia, a fotografia, o cinema, a televisão, que também são manifestações artísticas, registram nosso modo de viver, nossas descobertas, nossos problemas, etc.

Quem faz arte?

A arte é coisa inventada pelo homem e requer habilidade e criatividade.
Muita gente acha que os artistas, ou seja, os que produzem arte, já nascem dotados dessas duas qualidades e pronto. Pode até ser que isso seja um pouco verdadeiro, mas é fundamental que ele aprenda e trabalhe muito. Imagine um pintor que não saiba nada sobre cor, forma e composição. Seria a mesma coisa que um escritor que não conhecesse bem a língua. Eles teriam, com certeza, maior dificuldade para se expressar, certo?
P ara nos expressarmos através da arte, é preciso que a estudemos e a pratiquemos bastante. Mesmo que você não queira ser artista, o exercício da arte fará de você uma pessoa com uma visão maior e também com mais conhecimento e sensibilidade para analisar e entender o mundo em que vivemos. E o que é exercitar a arte? É você experimentar e produzir diferentes trabalhos e técnicas e também apreciar as imagens, saber interpretá-las e formar opinião sobre elas.
Então, vamos começar a fazer nossas artes?

*Fonte desconhecida

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

3ª Etapa de Formação - GESTAR II

Fotos da nossa 3 ª Etapa de Formação
Belo Horizonte - MG
Data: 23 e 24 de novembro de 2009

O nosso encontro foi excelente. Compreendeu um clima de satisfação avaliação, troca de experiências e despedida. O Gestar conseguiu mudar muitos conceitos, ampliar saberes, Promover amizades e motivar-nos para o ensino / aprendizagem da Língua Portuguesa sob um novo olhar. Olhar que Permite ao professor assumir uma postura de pesquisador e Tornar o espaço da sala de aula um lugar de aprendizagem efetiva.

Tamar e Edleuza
Áurea, Edleuza e eu.





Oficina Livre e avaliação- Data: 14/11/09

“Nós vos pedimos com insistência:
não digam nunca
isso é natural.

Sob o familiar,
descubram o insólito.
Sobre o cotidiano, desvelem o inexplicável.
Que tudo que é considerado habitual
provoque a inquietação.
Na regra, descubram o abuso.
E sempre que o abuso for encontrado,
encontrem o remédio.”
Bertolt Brecht




A inquietação provocada pela oficina passada sobre variantes lingüísticas motivou-nos para a realização desta oficina livre, na qual pudemos discutir e aprofundar nossos conhecimentos sobre este assunto.


Para motivação inicial utilizamos o vídeo com a música “Another brick in the wall - Pink Floyd”, a partir dela pudemos refletir sobre o nosso papel enquanto educadores. Logo após, sugerimos que os professores cursistas respondessem algumas questões pertinentes às variantes lingüísticas. O objetivo era contrapor a visão que os professores têm sobre o assunto com a opinião do renomado professor da UNB Marcos Bagno e defensor das variedades lingüísticas. O nosso texto base para esta discussão foi a entrevista dada a Sérgio Simka da revista “Discutindo Língua Portuguesa Especial”, intitulada ERRO SOBRE “ERRO”.

Na entrevista Bagno disserta sobre o abismo socioeconômico existente entre a considerada “norma padrão” ou “culta” do português e suas diversas variações faladas pela maioria da população. Ele acredita que “a noção de erro em língua é inaceitável dentro de uma abordagem científica dos fenômenos da linguagem. Nenhuma ciência pode considerar a existência de erros em seu objeto de estudo”. Assim sendo, os professores puderam expor suas ideias e avaliar novos conceitos.

Nesse contexto, entendemos que a língua é dinâmica e que devemos desenvolver em nossos alunos a capacidade de expressão e reflexão da língua. Segundo Bagno a norma culta deve ser o principal objeto de estudo nas escolas, mas uma norma culta real e não idealizada. A norma culta real seria identificável na fala e na escrita atual da população culta do país. A norma culta idealizada só serve aos gramatiqueiros que adotam uma prática classificatória, normativa e conceitual da língua e que de nada serve ao processo de aprendizagem significativo da língua portuguesa.

Ainda nessa perspectiva de mudança de conceitos e aprimoração de saberes finalizamos esta oficina livre com a mensagem de Rubem Alves “Educar o olhar”.

Educar o olhar

“Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu.
O educador diz: “Veja!” - e, ao falar, aponta.
O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu.
Seu mundo se expande.
Ele fica mais rico interiormente...”
“E, ficando mais rico interiormente, ele pode sentir mais alegria
e dar mais alegria - que é a razão pela qual vivemos.”
“Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação – mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar ou à importância do olhar na educação, em qualquer deles.”
“A primeira tarefa da educação é ensinar a ver...
“É através dos olhos que as crianças tomam contato com
a beleza e o fascínio do mundo...”
“Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente.”
“A educação se divide em duas partes: educação das habilidades
e educação das sensibilidades...”
“Sem a educação das sensibilidades, todas as habilidades
são tolas e sem sentido.”
“Os conhecimentos nos dão meios para viver.
A sabedoria nos dá razões para viver.”
“Quero ensinar as crianças.
Elas ainda têm olhos encantados.
Seus olhos são dotados daquela qualidade que, para os gregos,
era o início do pensamento:...”
“...a capacidade de se assombrar diante do banal
“Para as crianças, tudo é espantoso:
um ovo, uma minhoca, uma concha de caramujo, o vôo dos urubus,
os pulos dos gafanhotos, uma pipa no céu, um pião na terra.
Coisas que os eruditos não vêem.”
“Na escola eu aprendi complicadas classificações botânicas,
taxonomias, nomes latinos – mas esqueci.
Mas nenhum professor jamais chamou a minha atenção para a beleza de uma árvore...
...ou para o curioso das simetrias das folhas.”
“Parece que, naquele tempo, as escolas estavam mais preocupadas em fazer com que os alunos decorassem palavras que com a realidade para a qual elas apontam.”
“As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor.
“Aprendemos palavras para melhorar os olhos.”
O ato de ver não é coisa natural.
Precisa ser aprendido.”
“Há muitas pessoas de visão perfeita
que nada vêem...
O ato de ver não é coisa natural.
Precisa ser aprendido.”
“Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo,
e o mundo aparece refletido dentro da gente.”
“São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver.
Elas não têm saberes a transmitir.
No entanto, elas sabem o essencial da vida.”
“Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir
e não se torna como criança jamais será sábio.”
Rubem Alves


À tarde realizamos uma oficina de avaliação na qual os professores cursistas participaram da dinâmica “Para mim a 1ª Etapa de Formação do Gestar II foi...” Assistiram ao vídeo “Trabalho em equipe”, expuseram suas ideias, sugestões e reclamações também. Foi um momento muito agradável de socialização dos portifólios, depoimentos e interação.

Avaliar é necessário, torna-se uma constante em nossas vidas. Avaliamos nossas ações, nossas atitudes diárias, nossos relacionamentos e sentimentos e principalmente nossas interações e aprendizagens. São reflexões e julgamentos necessários ao nosso aprimoramento pessoal e profissional. Na prática educativa, a avaliação incide sobre nossos objetivos, sobre o ensino-aprendizagem dos nossos alunos e sobre os resultados esperados.







segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Oficina da Tp1

“Tudo no mundo está dando respostas,
O que demora é o tempo das perguntas”
José Saramago

Linguagem e cultura



As oficinas do caderno de teoria e prática da TP 1 - Linguagem e Cultura – foram realizadas no dia 31/10/09, com duração de 8h, na Escola Estadual Pio XII. Iniciamos nosso encontro com a mensagem “Palavras” – Titãs. Ainda no primeiro momento reformulamos o calendário das oficinas do Gestar II de acordo com as orientações da SEE e logo após demos início aos relatos dos “Avançando na Prática”. Percebemos que a maioria dos professores não havia realizado as atividades propostas alegando falta de tempo para aplicá-las e concluí-las. Combinamos então, que faríamos o estudo dos textos de referência e a realização das oficinas e que no próximo encontro continuaríamos com os relatos.

Nosso estudo contemplou o texto e as variantes da língua como decorrentes da relação entre linguagem e cultura. Pudemos rever assuntos como dialetos e registros, norma culta, modalidades da língua entre outros. Esses assuntos, muitas das vezes, são explorados de forma equivocada em sala de aula refletindo dessa forma, dificuldades de análise por parte dos alunos na maioria das atividades de linguagem. Nesse sentido, foram utilizados slides do Marcos Bagno sobre “Preconceito Linguístico”. A discussão sobre o tema foi enriquecedora e gerou polêmica ao abordarmos o nível de estigma e de prestígio da língua na sociedade. Ainda há pessoas e professores que não compreendem a língua como um processo lingüístico e sim como valor social atribuído ao seu poder aquisitivo, ou seja, classe social. Portanto, é imprescindível a discussão de pontos relevantes das Tps para que possíveis equívocos sejam esclarecidos.



segunda-feira, 2 de novembro de 2009

2º Cronograma de Oficinas

CRONOGRAMA – GESTAR II – 2ª ETAPA ( de acordo com as orientações da SEE/MG)

Data: 31/10/2009

Oficinas: TP 1

Duração: 8h

obs: Realizada


Data: 14/11/2009

Oficinas: Livre
Avaliação

Duração: 8h

obs: Realizada


Data: 12/12/2009

Oficina: TP 2

Duração: 8h


Data: 27/02/2010

Oficina: TP 6

Duração: 8h


Data: 20/03/2010

Oficina: Livre


Duração: 8h


Duração: 17/04/2009

Oficina: Livre
Avaliação

Duração:8h

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Oficina livre e projeto

Atividade:
Projeto
Oficina livre

Duração: 8 horas
Data: 26/09


“Na vida, não existem soluções.
Existem forças em marcha: é preciso criá-las
e, então, a elas seguem-se as soluções."

Antonie de Saint Exupéry

Nossas oficinas aconteceram no dia 26/09/09. Apresentamos a estrutura de projeto de acordo com o programa Gestar II que está na página 51 e 52 do guia geral. Primeiro fizemos uma discussão sobre “o que é projeto?”, esclarecemos que este deve ser um projeto de ação e que a sua temática é sobre leitura e escrita. Além disso, o mesmo poderá ser realizado por escola, em conjunto com outros professores cursistas.
Foi também, um momento de troca de ideias, já que, alguns professores socializaram experiências de projetos vivenciados em outros momentos e que proporcionaram uma discussão ampla sobre acertos e enganos ao se trabalhar com projetos. O fator principal está justamente na sua construção, seja individual ou coletiva. É preciso definir ações, papéis, estratégias ...
Nesse sentido, foram formados grupos para discussão e levantamento das questões pertinentes ao seu desenvolvimento. Esse momento foi imprescindível, pois muitos não sabiam como trabalhar com projetos. Orientei para que, primeiramente, definissem uma situação-problema e a partir daí construindo passo a passo o projeto.
Realizamos também uma sessão pipoca com o filme “Narradores de Javé” e após, debatemos as questões do roteiro abaixo:
Análise do filme “Narradores de Javé”

1- O que significa fazer o “papel de escriba”?
2- Qual o papel do escriba naquela comunidade?
3- Analise os traços de oralidade daquela comunidade.
4- Analise o processo de construção da escrita do personagem que faz o papel de escriba.
5- Qual a relação entre oralidade e escrita?
6- Analise as práticas de letramento daquela comunidade.
7- Com você percebe a relação entre ser alfabetizado e ser letrado no contexto do filme?
8- Em que atividades práticas, no contexto da sala de aula, você exerce o papel de escriba.
9- Qual a importância do escriba na construção da leitura e da escrita?


Finalizamos com a mensagem de Rubem Alves "Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre." Extraído do livro "O amor que acende a lua".



Um pouco de história...


O método dos projetos foi proposto por diversos autores americanos a partir de 1908.
Segundo Dewey (1859-1952) o ensino deve basear-se na AÇÃO, e não na instrução; a escola deve estar ligada à vida e aos problemas da comunidade em que está inserida, o conhecimento não é “gratuito”, está sempre interessado nos objetivos que possam ser alcançados.
Propôs o sistema de projetos, que segundo ele deveria ter as seguintes características:

  • deve girar em torno de algo que é, ao mesmo tempo, de interesse da classe e da comunidade local;
  • é algo que envolve toda a classe ou grupos de alunos. Também deve envolver pessoas fora sala e da escola;
  • deve envolver trabalho manual e intelectual;
  • exige um ensino globalizado (todas as disciplinas se voltam para a resolução dos problemas que surgem durante o desenvolvimento do projeto);
  • deve desenvolver da capacidade dos alunos de buscar informação/ “aprender a aprender”.



Projetos didáticos


Para Jolibert (1994), um projeto se constitui em um trabalho no sentido de resolver um problema, explorar uma idéia ou construir um produto que se tenha planejado ou imaginado. O produto de um projeto deverá ter necessariamente significado para quem o executa.


Por que, então, trabalhar com projetos?



As atividades realizadas em sala de aula passam a ter um maior significado para os alunos, pois todas elas estão articuladas visando a um “produto final”, que é desejado e compartilhado por todo o grupo.
A perspectiva de alcançar um produto final gera uma maior motivação e interesse por parte dos alunos.
Estimula os alunos a fazer escolhas e comprometer-se com suas escolhas, assumindo responsabilidades.
Possibilita a realização de um trabalho coletivo interdisciplinar.

Assim em geral, o projeto resulta numa aprendizagem significativa (ou seja, prazerosa, que tem significado para o aluno, que tem relação com sua vida, que lhe desafia, que traz, de fato, uma ampliação de conhecimentos...)


Referências bibliográficas
BRANDÃO, Ana Carolina P, SELVA, Ana Coelho V., COUTINHO, Marília. In: SOUZA, Ivane P. e BARBOSA, Maria Lúcia, F. de F. (orgs.). Práticas de leitura no ensino fundamental. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
LEITE, Lúcia Helena A. Pedagogia dos projetos: intervenção no presente. Revista Presença Pedagógica, v. 2, no 8, março/abril de 1996. pág. 24-33.





PROJETO PARA FINALIZAÇÃO DO PROGRAMA GESTAR II



É verdadeiro quando se afirma que não há um modelo único e correto para a elaboração de um projeto; porém é importante ressaltar a necessidade do mesmo conter: introdução (o que é, como é por quê), desenvolvimento (solução do problema por meio de referencial teórico-metodológico) e conclusão (resultado da aplicação do método e da técnica).
Podemos tomar como norte as seguintes questões:

1- O QUE FAZER? (OBJETO DA PESQUISA - INTRODUÇÃO)
2- POR QUÊ? (JUSTIFICATIVA)
3- PARA QUÊ? (OBJETIVOS)
4- PARA QUEM FAZER? (OBJETIVOS ESPECÍFICOS)
5- ONDE FAZER? (COLETA DE DADOS E ANÁLISE DOS MESMOS)
6- COMO? (METODOLOGIA)
7- COM QUÊ? (METODOLOGIA)
8- QUANTO? (COLETA DE DADOS)
9- QUANDO? (CRONOGRAMA)

Considerando a estrutura do projeto solicitado pelo curso, temos algumas etapas já definidas previamente, conforme páginas 51 e 52 do Guia Geral do programa (Língua Portuguesa), as quais tomaremos como referência. Mas vale lembrar que a inserção de outras informações também é bem vinda e essencial a realização de um trabalho mais completo (introdução, bibliografia, anexos... por exemplo) Com relação às orientações do guia temos:

Temática: definição do tema envolvendo a realidade do grupo a ser trabalhado (uma dificuldade encontrada nesse grupo, por exemplo).

Problemática: formulação do problema que é o ponto de partida para o trabalho. O problema precisa ser significativo e relevante; precisa trazer alguma contribuição para o avanço ou sistematização do conhecimento. Ser claro e preciso. Ser viável e passível de solução. É o norte par elaboração do projeto.

Fundamentação teórica: definir os conceitos e teorias que darão base a todas as ações desenvolvidas. Nesse momento, o registro de estudos, posicionamentos, práticas desenvolvidas por profissionais na área em questão que fortaleçam as nossas ações. Tanto a formulação do problema quanto o levantamento da hipótese são influenciados conscientes ou inconscientemente pela fundamentação teórica que deve estar contida na justificativa do projeto.

Objetivos: esclarecimento do que se quer alcançar com o desenvolvimento do trabalho.

Metodologia: descrição de como será executado o trabalho; definição dos passos a serem trabalhados. Quais os procedimentos/estratégias adotadas a fim de que se comprove a hipótese levantada. Operacionalização da proposta.

Cronograma: identificação de cada etapa do trabalho focando data, tempo destinado a cada uma das atividades propostas.

Equipe de trabalho: definição dos parceiros envolvidos na prática do trabalho planejado. Quem são os envolvidos nas atividades. Definição de responsabilidades. Quando definidas áreas de trabalho; o que cada uma delas realizará.

Avaliação: análise dos resultados das atividades propostas e executadas viabilizando reflexão e viabilização de retomadas, replanejamento.